Fui morar na roça

quarta-feira, 25 de setembro de 2019

A volta de Avenida Brasil


A volta de Avenida Brasil já é uma realidade na Globo. Na última terça (24), a emissora carioca começou a veicular as primeiras chamadas da reprise do folhetim, que reestreia no dia 7 de outubro, com a missão de manter os altos índices de Por Amor dentro da sessão Vale a Pena Ver de Novo.
A primeira peça de divulgação conta com a narração da carioca Mabel Cézar e destaca personagens como Nina (Débora Falabella), Carminha (Adriana Esteves) e a família de Tufão (Murilo Benício). Também estiveram presentes o clássico ‘congelamento’ ao final de capítulo e a antológica frase “Me serve!”, dita por Nina a Carminha em um dos momentos cruciais da história.
Escrita por João Emanuel Carneiro e dirigida por Amora Mautner, Avenida Brasil foi ao ar no horário nobre da Globo em 2012, num total de 179 capítulos, e ficou marcada como o maior fenômeno de audiência da faixa em toda a década. Na primeira semana de reapresentação, a obra dividirá espaço com os capítulos finais de Por Amor, que deve sair do ar em 11 de outubro.

PÃO LÍQUIDO. EM MERCADO DE AMSTERDÃ, A CERVEJA É FEITA COM SOBRAS DA PADARIA

PÃO LÍQUIDO. EM MERCADO DE AMSTERDÃ, PÃO LÍQUIDO. EM MERCADO DE AMSTERDÃ, A CERVEJA É FEITA COM SOBRAS DA PADARIA (FOTO: PEXELS) (FOTO: PEXELS)

A Holanda já havia chamado a atenção por seu esforço contra o desperdício e a poluição quando o Ekoplaza, um mercado de Amsterdã, criou em fevereiro uma seção inteira de produtos livres de embalagens plásticas. Agora, o país inova com a campanha “Waste is Delicious” (ou os “Restos são uma Delícia”, em uma tradução livre), realizada pela rede de supermercados Jumbo, uma das líderes do setor, em parceria com outras 18 empresas.
As lojas participantes começaram a vender itens feitos com produtos, como comida, que iriam para a lata do lixo. Tem cerveja feita de pão amanhecido, cidra com maçãs quase passadas ou sopa de cenouras feiosas. A campanha engloba itens de higiene pessoal, como sabonetes produzidos a partir de restos e de cascas de laranja. “As vendas desses produtos têm sido maiores que a dos orgânicos”, disse George Verbene, responsável pela marca Jumbo e um dos idealizadores do projeto, em entrevista à Thomson Reuters Foundation.
Na Europa, pelo menos 200 empreendedores trabalham com a oferta de produtos feitos com materiais e alimentos que iriam para o lixo. Mas, no geral, são comércios pequenos, com atuação local. O engajamento de uma rede como o Jumbo e de quase outras duas dezenas de marcas eleva a iniciativa a outro patamar.
As vendas serão acompanhas pelos próximos seis meses. Conforme os resultados, podem estimular um programa oficial no país.

terça-feira, 24 de setembro de 2019

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Carioca faz bolsas ecológicas de sacos de ração

Carioca Faz Bolsas Ecológicas De Sacos De Ração E Usa Renda Para Alimentar Cães E Gatos Abandonados



A reutilização criativa, também conhecida como upcycling, é uma técnica importante para a reciclagem e, com isso, para o meio-ambiente – e pode também ajudar em outras causas fundamentais. Reutilizar subprodutos, resíduos e matérias em princípio indesejados para transforma-los em novos produtos, de igual ou maior qualidade, é a técnica utilizada pelo estudante carioca de serviço social Wallace “Pala-pala” para ajudar animais de rua no Rio de Janeiro: o estudante transforma sacos de ração em incríveis bolsas sustentáveis.
intitulado “Sustentação”, o projeto arrecada fundos através da venda de bolsas para a compra de remédios e alimentos para os animais que vivem nas ruas das regiões de Bangu e Padre Miguel, no Rio. Segundo Wallace, o projeto nasceu de sua participação em um grupo que voluntariamente prepara e leva sopas para moradores de rua e ração para os animais. Quando o dinheiro ficou curto para a manutenção da iniciativa, ele entendeu que era preciso ajudar os animais – e criar uma maneira de sustentar a ajuda.
O projeto, que nasceu há poucos meses, é todo feito por Wallace sozinho, da coleta dos sacos de ração, passando pela produção e costura, até a própria venda das bolsas. A ideia é que outras ONGs participem da “Sustentação” e possam ajudar ainda mais o projeto. Cada peça é vendida por cerca de R$ 15 através de sua conta no Instagram.Instagram

Fonte-hypeness

sexta-feira, 20 de setembro de 2019